
"Em 1962, sob impulso da luta pelas reformas de base que ganhava corpo no governo João Goulart, estudantes e intelectuais de esquerda fundaram o Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional do Estudantes, que logo se transformaria num dos mais fecundos pólos de agitação cultural do país: produziu filmes, como “Cinco vezes favela”, que reuniu nomes como Leon Hirzman, Marcos Farias, Cacá Diegues, Miguel Borges, Joaquim Pedro de Andrade, Eduardo Coutinho, Ruy Guerra e Nelson Pereira dos Santos; encenou peças de teatro, como o “Auto dos 99%”, escrita por Oduvaldo Viana Filho, Armando Costa, Carlos Estevam Martins, Cecil Thiré e Marco Aurélio Garcia; editou livros, como “Violão de rua”; montou shows pelo país; e gravou o disco “O povo canta”, com cinco músicas compostas, entre outros, por Carlos Lyra, Francisco de Assis e Billy Blanco.No compacto, destacava-se a “Canção do Subdesenvolvido”, composição bem humorada e debochada que criticava a dependência cultural, política e econômica do país desde o Descobrimento. A música fez enorme sucesso entre os jovens da época, sendo censurada depois do golpe de 64."
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Não é saudade... é atualidade. Good feito for us.
Quanto à vaselina... historicamente nós... Ah! vc sabe ...