quinta-feira, 15 de novembro de 2007

THE NEW YORK TIMES UAI

Belo Horizonte, Brazil
Next Stop A Town Where All the World Is a Bar
BELO HORIZONTE, in the Brazilian state of Minas Gerais, has managed to become the country’s third-largest city while remaining almost completely unknown to the outside world. If tourists — more drawn to the sybaritic pleasures of Rio de Janeiro or the urban clamor of São Paulo — know it at all, it is because they may pass through it on their way to Ouro Preto and Diamantina, treating it as a little more than a refueling stop as they head toward those picturesque colonial-era mining towns.
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Lalo de Almeida for The New York Times
Bottles of cachaça, or sugar cane liquor, line the walls at another bar.

Its international anonymity was born of no coastline and thus no beaches, no famous Carnival and thus no February madness, and no big attractions save a few buildings designed by Oscar Niemeyer that pale next to his famous works in Brasília.
But Beagá, the city’s nickname (from the pronunciation of its initials in Portuguese), does have a claim to fame: as the bar capital of
Brazil. Not bars as in slick hotel lounges or boozy meat markets, but bars as in botecos, informal sit-down spots where multiple generations socialize, drink beer and often have an informal meal. If you believe the local bluster, there are 12,000 bars in the city, more per capita than anywhere else in the country. Why, no one is completely sure, but one theory has turned into a popular saying: “Não tem mares, tem bares.” Loosely: “There are no seas, thus there are bars.”
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And though tourist guidebooks barely make mention of them, they make for a great way for travelers to dive into the social life of a city whose metropolitan area has exploded in recent decades to over five million inhabitants. The best time to come is for the eighth annual Comida di Buteco competition in April, when some 40 of the top bars square off in categories like hygiene, beer frigidity, service and most importantly, best tira-gosto — or appetizer. Winners are decided not just by judges but by public ballot, giving Belo-Horizontinos a flimsy excuse to go out every night for a month.
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If you miss it, don’t worry. Every night of the year seems to have something of a party feel in this off-the-radar screen hot spot. Get your feet wet at Mercearia Lili (Rua São João Evangelista, 696, Santo Antônio, 55-31-3296-1951), a regular participant in Comida di Buteco. It is one bar of many in Santo Antônio, an upscale neighborhood of steep hills that require superhuman parallel parking skills or, preferably, use of the city’s
metered taxis.
Bela, oncetava qui num feiz aparição no retrato?

2 comentários:

requeri disse...

legal! gostei! se tem uma atração brasileira, sobre a qual não é comum a gente escutar as pessoas dizerem que estão indo conhecer, é a noite de belô.
a falta de uma costa exposta ao atlântico, com todas as maravilhas naturais que ela ofereceria, acrescidas de delícias gastronômicas típicas, impulsionaram a implementação da vida noturna descrita no seu post.
não conheço belzonte, mas posso acrescentar uma experiência do descendente guru que, como estudioso do assunto, foi convidado pelo marcio borges, para documentar a inauguração do projeto do museu do clube da esquina. ele saiu daqui, de ônibus, chegou lá perto do horário, participou do trabalho, e só poderia tomar o ônibus da volta na manhã seguinte. nem houve necessidade de ficar hospedado em algum hotel. enquanto a idishe mame estrebuxava aqui, ele substituia essa monotonia hoteleira convencional, por ficar esperando a hora passar perambulando pelos butecos da vida, claro, em ambiente musical que é o dele e acompanhado de seus pares, os jovens borges músicos.

o turísta do mundo tá careca de conhecer a mesmice chata e burra, do carnaval da elite e da mulher gostosa e carioca.
a gastronomia paulistana é variada e interessante, o charme cultural da cidade também, mas podem ser experimentados na próxima viagem. quanto à a noite de belô, que tem a maior renda per capita ... rsrs ... em bares do país, e onde a noite é regada, dentre outras coisas, à melhor cachaça do mundo - não que eu tome cachaça, prefiro a comilança - se me fosse possível escolher, era prá lá que eu ia.
como diz meu amigo tutty vasques, isso a oposição não vê.
bj.

Anônimo disse...

Isso é papo p/vc e a Requerida, eu só entendi q Belo Horizonte está bombando lá fora ... aqui já está há muito tempo ...só não sabe os novos riquinhos....
Ei seus leitores não sabem ingles, vê se se manca ....
Beijos
Clara